terça-feira, 18 de junho de 2013

Sequência Didática de Elizabete Pereira Pardinho



Sequência Didática
O avestruz- Mário Prata  

(Crônica narrativa)
                                       




  Habilidades de leitura

 Antes da leitura:
 1- Pedir que os alunos desenhem  um animal de acordo com as características apresentadas pelo professor: “ ... O tamanho do animal assemelha-se  a um boi pesa entre 100 e 160 quilos, a altura pode chegar a quase 3 metros, para ser mais exato :2,70, não tem quase pescoço e suas asas são atrofiadas, dois dedos em cada pé ”.

2- Questionar aos alunos:
Você já ouviu falar em avestruz?
B)   O que você espera de um texto com este título?
Você alguma vez pediu um presente estranho?
Ir até a sala de informática e pesquisar sobre o avestruz ( características, curiosidades, etc.)
Questionar sobre animais de estimação.
Comentar sobre os nomes científicos dos animais.
Durante a leitura
1- Pedir que os alunos leiam atentamente o primeiro parágrafo
 do texto  dê  sua opinião sobre o que virá pela frente;
2- Pedir que os alunos leiam silenciosamente o texto;
2- Grifar as palavras ou expressões que eles desconhecem ;
3- Numerar os parágrafos do texto e identificar as características
do avestruz;
3- Leitura feita pelo professor com inferências:  tema, vocabulário,
intencionalidade, etc.


DEPOIS DA LEITURA
1- Atividades para avaliar o desenvolvimento das habilidades depois
da leitura.
A)     Suas expectativas confirmaram-se, após a leitura do texto,
B)      Foco narrativo: O narrador é personagem ou  observador? Onde ele
vive? A quem se dirige?
C)      Por que o narrador disse ao menino que o avestruz come mouse,
tênis e  jogos eletrônicos?
D)     Por que o autor comenta que avestruz na TPM é perigosíssimo?
E)      O autor faz uso da linguagem coloquial? Comprove com passagens
do texto.
F)      Como o aluno convenceria o garoto a desistir das gaivotas e do urubu?
G)     Por que o narrador sugere à mãe do garoto procurar um psicólogo?
H)     Vocês conhecem alguém que tenha um animal exótico?
  
Produção textual
1- Reescrita do texto( duplas) –Sala de informática.
2- Produção escrita:  Tipologia narrativa
                                       Foco narrativo em primeira pessoa.
                                       Tema :  Um presente exótico.

                                                    Meu animal de estimação

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sequência Didática da Harumi Marinês Mory

Meu primeiro beijo
Antonio Barreto


                                                            
Público alvo: 7º ANO
Objetivo: Leitura e interpretação

LEVANTAMENTO DO CONHECIMENTO PRÉVIO

  O que sugere o título?
  O que acharam dele?
  Qual o tema tratado no texto?
  Qual o público alvo desse texto? Justifique.
  Como vocês chamam o momento de dar o primeiro beijo? E quem nunca deu?
  Você se lembra de seu primeiro beijo? Como foi?


ATIVIDADES


1-Leitura individual ou compartilhada, levantando a problematização relacionada ao apelido, conteúdo do bilhete, medo e ansiedade do primeiro beijo e tudo o que o “Cultura Inútil” diz para convencê-la dos benefícios do beijo.
2-Uso do dicionário para levantamento do vocabulário desconhecido.
3-O texto faz parte da obra Balada do primeiro amor, de Antonio Barreto. A protagonista é uma adolescente, Larissa, que no trecho lido conta um momento importante de sua vida.
a)     Qual seria esse momento?
b)    Quando e onde aconteceu?
c)     Quem viveu essa experiência com ela?
d)    O ponto de vista da narrativa está em 1ª ou 3ª pessoa? Justifique com trechos do texto.
4-Responda às questões abaixo de acordo com o texto:
a)O que fez o  menino ser chamado de “Cultura Inútil?” Justifique.
b)Quanto tempo se passou entre o recebimento do bilhete e o primeiro beijo?
5-Cite mudanças que ocorreram com a narradora-personagem em relação ao menino.
6-Ficou claro o desfecho da narrativa? No seu ponto de vista, como terminou essa história?


SUGESTÕES APÓS AS ATIVIDADES


v Aula expandida com a música “Splish Splash” de Roberto Carlos;
v Filme: “O primeiro amor”;
v Elaboração de mural com os beijos mais famosos da TV e cinema.


Splish Splash
Splish Splash!
Fez o beijo que eu dei
Nela dentro do cinema
Todo mundo olhou-me condenando
Só porque eu estava amando...
Agora lá em casa
Todo mundo vai saber
Que o beijo que eu dei nela
Fez barulho sem querer
Yeah!..
Splish Splash!
Todo mundo olhou
Mas com água na boca
Muita gente ficou
Hiê!
Hiê!
Splish Splash!
Hiê! Hiê!
Splish Splash! Splish Splash!
Splish Splash!
Splish Splash!
Ahran! Ahran! Ahran! Ahran!...
Splish Splash!
Fez o tapa que eu levei
Dela dentro do cinema
Todo mundo olhou-me condenando
Só porque eu estava apanhando...
Agora lá em casa
Todo mundo vai saber
Que tapa que eu levei
Fez barulho e fez doer
Yeah!..
Splish Splash!
Todo mundo olhou
Mas com água na boca
Ninguém mais ficou
Hiê!
Hiê!
Splish Splash! Splish Splash!
Splish Splash!
Hiê! Hiê! Hiê!
Hiê! Au!
Splish! Splish!
Splish Splash!...
Splish Splash!
Fez o beijo que eu dei
Nela dentro do cinema
Todo mundo olhou-me condenando
Aha! Aha!
Só porque eu estava amando...
Agora lá em casa
Todo mundo vai saber
Que o beijo que eu dei nela
Fez barulho sem querer
Yeah!..

Splish Splash!
Todo mundo olhou
Mas com água na boca
Muita gente ficou
Hiê!
Hiê!
Splish Splash! Splish Splash!
Aha! Aha! Aha! Aha! Aha!
Splish Splash!
Hiê! Hiê! Hiê! Hiê! Au!
Splish Splash!
Ahran!
Ahran!
Hiê! Hiê!
Ahran! Ahran!
Splish Splash!...

Sequência didática de Evelin Silva

Sequência Didática 
Evelin Aparecida Pereira Silva
“PAUSA”  Moacyr Scliar
Público alvo: 9º ano
            Levantamentos Prévios ( antes da leitura)
1.) Comecemos com o significado encontrado no dicionário da palavra “ Pausa”  usada como título. Você conhecia  esta palavra?  Onde você já utilizou?
2.) O que o título sugere?  Sobre o que você acha que este texto vai falar?
3.) Atualmente os casais tem dificuldade de relacionamento. O que você pensa sobre isso?
4.) Este texto  trata-se de um conto. Cite algumas características do gênero.
Leitura compartilhada
(Durante a leitura )
A) Quais palavras são totalmente desconhecidas para você? Há casos em que o contexto sugere um possível significado para estas palavras? Pesquise no dicionário.
B) Qual o foco narrativo da história?
C) Quais seus personagens principais? Caracterize-os.
D) Onde tudo se passa? Em que tempo?
Interpretação Textual
(Após a leitura)
1.  O texto está em terceira pessoa. Assinale uma alternativa que comprove isso.
a.) “Por que não vens almoçar?”
b.) “Volto de noite”.
c.) “Vestiu-se rapidamente e sem ruído”.
d.) “Não sei se virei […]”.
2) O texto está repleto de discursos diretos.Leia os trechos que seguem e indique qual personagem, respectivamente,  os pronunciou.
“Por que não vens almoçar?”
 “Já vai, seu Isidoro”?
a.) Isidoro e Samuel.
b.) Esposa e Raul.
c.) Isidoro e mulher.
d.) Samuel e Raul.
3)  Qual a relação que pode ser estabelecida entre a história e o título do texto?
4.) Que tipo de relacionamento pode se pressupor que o casal  tem?
5.) Que justificativa Samuel dá à sua esposa para acordar cedo todos os domingos  e sair? Qual a reação dela?
6.) Por que Samuel é tratado por outro nome pelo dono do hotel? O que isso sugere?
7.) Que relação podemos estabelecer entre o sonho e os desejos do personagem?
8.) Por que ele mantém o hábito de passar os domingos no hotel?
9.) Após a leitura, suas expectativas foram confirmadas?
10.)  Pense o aconteceria se o hábito de Samuel fosse descoberto. Escreva um parágrafo contando o que aconteceria com ele.
     Produção escrita
Na sala de informática, em trios, transforme este texto em uma história ilustrada no Power Point, modificando seu final.

Utilize o “datashow”  para apresentar aos colegas de sala em data previamente estipulada.

Sequência de Fátima de Lourdes Mergi Morselli

Sequência Didática – Conto “Pausa ” de Moacyr Scliar
Fátima  de Lourdes Mergi Morselli


Trabalho de grupo e minhas intervenções.

Plano de aula: Texto “Pausa”
 Público alvo- 9º ano Ensino Fundamental.
Objetivo - Melhorar capacidade de leitura e competência leitora.

1-Ativação de conhecimentos iniciais
- Perguntar aos alunos se conhecem este texto e o que esperam de um texto com este título.
- O que vocês esperam de um texto com este título?
- Que tipo de pausa será que o texto fala?
- Convidar aos alunos para fazer a leitura do Texto.
- Autor Moacir Scliar Analisar o conhecimento de mundo do aluno através de imagens trabalhadas na Sala de Informática.

Checagem de hipótese
O que acharam do texto?
Qual o tema tratado?
 A seu ver, qual o público alvo desse texto? Explique.

Depois de leitura:
1- Quem é o PROTAGONISTA, isto é, o personagem principal da história?
2- As suas hipóteses sobre o que realmente o Protagonista vai fazer aos domingos se confirmam?
3- E você? Em algum momento se identificou com o texto lido? Comente.

4- O que você pensa que o Protagonista faz ao chegar em casa? E a esposa dele? O que ela fazia durante as ausências dele aos domingos? Continue o texto e finalize-o na sala do “ACESSA”. 

Sequência Didática – Conto “Meu primeiro beijo”, de Antônio Barreto

Flávio José Floriano



Trabalho de grupo e minhas intervenções.

Plano de aula: Texto “Meu primeiro beijo”
 Público alvo- 6º ano Ensino Fundamental.
Objetivo - Melhorar capacidade de leitura e competência leitora.

1-Ativação de conhecimentos do mundo
- Anunciar que leremos o conto “meu...”
- Autor Antônio Barreto – Analisar o conhecimento de mundo do aluno através de imagens trabalhadas na Sala de Informática.








                                                                    1-Ativação de conhecimentos do mundo
Quem já beijou? Será que as pessoas sempre perceberam o beijo da mesma forma? Será que já foi diferente? Tem haver com o amor? Com quem?
OBS.: Deixar os alunos se expressarem livremente.
3- Checagem de hipóteses
Vocês já conheciam esse texto?
O que acharam dele?
Qual o tema tratado no texto?
 A seu ver, qual o público alvo desse texto? Explique.
4- Localização de informação: Depois de leitura:
1. O texto que você leu faz parte da obra Balada do primeiro amor, de Antonio Barreto. Nele, a protagonista é uma adolescente, Larissa, que no trecho lido conta um momento importante de sua vida. 
a) Que momento é esse?
b) Quando e onde aconteceu?
c) Com quem ela viveu essa experiência?
d) Qual o ponto de vista da narrativa: primeira ou terceira pessoa? Justifique com trechos do texto.
e) Qual o efeito causado por essa escolha do ponto de vista?
- Professor: na última pergunta, espera-se que o aluno perceba que, ao contar uma história em primeira pessoa, o autor consegue exprimir mais veracidade e mais emoção.
2. Releia o texto e procure pistas que o ajudem a responder as questões abaixo.
a) O que faz o menino ser chamado de “Cultura Inútil” e “Culta”? Justifique sua resposta.
b) Quanto tempo se passou entre o recebimento do bilhete e o primeiro beijo? Justifique.
3.Como você pode constatar, no primeiro parágrafo, a narradora muda de opinião a respeito da experiência do primeiro beijo.
a) Qual é o primeiro julgamento que ela faz? Retire do texto um trecho que ilustre sua resposta.
b) E o segundo julgamento? Ilustre também com um trecho do texto.
4. Aponte mudanças que ocorreram com a narradora-personagem em relação ao menino.
5. Que estratégia o menino usou para que a menina mudasse seu comportamento em relação a ele?
6. Releia “(...) tínhamos transposto, juntos, o abismo do primeiro beijo.”  A expressão em negrito contém uma figura de linguagem.
a) Que figura é essa?
b) A que se refere essa figura?
7. O que o trecho “(...) as contas do telefone aumentaram, depois diminuíram...” quer dizer?
8. Que opção melhor retrata o tratamento dado ao sentimento amor no texto?
a) O amor infinito, disposto a enfrentar qualquer barreira.
b) O amor como sentimento não correspondido, vivido e sofrido por apenas um ser.
c) O amor como descoberta feita por dois seres, que vão tirando lições das histórias vividas.
d) O amor idealizado, perfeito, fruto de uma paixão ardente que nunca se acaba.
9. No texto, não fica claro qual o desfecho da narrativa. A seu ver, como terminou essa história?
- Dê tempo para que os alunos façam as atividades e depois corrija esses exercícios  oralmente. Ouça as respostas dadas por eles e complete-as, caso necessário

5- Capacidade de Leitura
Como desenvolver?
- Leitura interpretativa feito pelo casal mais popular da sala
- Após a leitura interpretativa, o professor lê para a sala como narrador ( leitura direcionada )
- Após ler o texto perguntar se essa situação já foi vivida por alguém

6- Comparação de informações
No bilhete o aluno vai se remeter aos bilhetinhos que ele faz ou aos torpedos que ele manda. Vocês já mandaram algum bilhetinho desse tipo para alguém?

7- Generalizações: Depois da leitura:
Solicitar que os alunos façam uma síntese oral sobre o texto. Qual parte chamou mais atenção na leitura?
                                          8- Produção de inferências locais e globais:
Durante e depois da leitura é possível fazer várias intervenções para verificar as lacunas de compreensão, exemplo:
- O que são Perdigotos?
 - O que significa a expressão  “cultura inútil” e “ Já tínhamos transposto? ”
 A interdisciplinaridade se dará com a matéria de ciências.
A intertextualidade com a música Eduardo e Mônica, Legião Urbana. Veja no link abaixo.
Produção de texto sobre o tema




quarta-feira, 12 de junho de 2013

A COBRA e o VAGA-LUME

          Corre uma história que certa vez uma serpente começou a perseguir um vaga- lume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora, mas a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia, e ela não desistia; fugiu dois dias, e nada. No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
- Um momento. Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, disse a cobra, mas já que vou devorá-lo mesmo, esteja à vontade, pode perguntar.
- Pertenço à sua cadeia alimentar? perguntou o vaga-lume.
- Não. Respondeu o ofídio.
- Eu lhe fiz algum mal? redarguiu o inseto.
- Não. Respondeu novamente a cobra.
- Então, por que você quer acabar comigo? Perguntou novamente o ofídio
- Hhmmm. Não sei... É uma coisa assim, tipo... O negócio é que não suporto ver você brilhar... disse finalmente a cobra.




quarta-feira, 5 de junho de 2013

Perfil de educadora



EVELIN APARECIDA PEREIRA SILVA (Cursista) 

Taquaritinga-SP 

Eu sou professora há 23 anos, efetiva municipal, polivalente, de Ensino Fundamental Ciclo I e Estadual  há 15 anos no Ensino Fundamental ciclo II, e Médio de Português e Inglês. Gosto muito de literatura e poesias e por isso sempre leio para os alunos os autores que mais gosto, incentivando-os  a lerem por prazer. Adoro elaborar e executar projetos que envolvam várias disciplinas; teatros; músicas e tecnologia.
                 Um pensamento " Se cada um fizer a sua parte com amor e afinco, sem jamais se preocupar com  erros e acertos dos outros seremos seres humanos melhores e com mais amor."




Perfil de Educador


        Meu nome é Harumi Marinês Mory, formada pela Faculdade de Educação São Luís, em Jaboticabal. Licenciatura em Português e Inglês.
        Ministro aulas desde 1994. Estou  na "E.E.9 de Julho", Taquaritinga, desde 2.006.
        Gosto de uma boa música,novos desafios e principalmente um bom livro.       Autores como Carlos Drummond de Andrade e Fernando Pessoa me fascinam.   Uma frase que é meu ponto de partida: "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."( Fernando Pessoa)







Perfil do Educador

    Meu nome é Fátima Morselli, sou professora de português faz dez anos e neste ( ano de 2013), sou professora responsável pela sala de leitura na “E. E. 9 DE JULHO” na  cidade de Taquaritinga.                                                                                                                                                             
Estudei muito, sou formada pela Universidade São Luis que fica  na cidade de Jaboticabal, minha primeira formação é Letras  e também fiz o curso de Pedagogia .  Já trabalhei com o a escola  maternal (crianças de 3 ano de idade) é maravilhoso e muito gratificante, atualmente faço pós em Educação Especial.   Nos momentos de lazer adoro ler e ficar com a minha família e sempre que possível fazer um churrasquinho com os amigos.  
   



  Perfil de educador
Meu nome é Flávio, sou professor há 23 anos de Língua Portuguesa e Inglês. Estou na Escola Aníbal do Prado e Silva há treze anos e gosto muito de ler, ver bons filmes, viajar e conhecer pessoas que tenham algo a acrescentar de bom. Tenho a mente aberta para o novo e gosto de desafios. Não gosto muito quando encontro pessoas que dizem que eu estou sempre igual, quero ser diferente, evoluir com o mundo e sempre aprender coisas novas. Fiz Letras na Faculdade São Luís de Jaboticabal. Meus autores preferidos são Florbela Espanca, Jorge Amado e Aluísio Azevedo. Fica aqui registrado um pouquinho de mim.
Flávio


 
                                                     A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos. O quadro é único, a moldura é que é diferente.
Florbela Espanca





PERFIL DE EDUCADOR

Meu nome é Elizabete, sou formada em letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Tupã, há 25 anos que ministro aulas na rede pública estadual e há 4, no munícipio de Taquaritinga, onde resido. Tenho 3 filhos. Atualmente, além deste curso, estou fazendo pós em Gestão Educacional, na Faculdade São Luis, de Jaboticabal.
Alguns dos meus autores preferidos são: Fernando Pessoa, Lygia FagundesTelles, Inácio de Loyola Brandão, Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade, Luiz Fernando Veríssimo, Florbela Espanca...

A descoberta da leitura


Minha experiência com a leitura inicia-se antes mesmo que eu aprendesse a ler. Minha mãe é leitora assídua, para ela não existe nada no mundo melhor que ler. Quando eu era bem pequena ela era servente em uma escola e leu todos os livros que havia na biblioteca daquela escola. Não tínhamos televisão e antigamente deitávamos muito cedo, então minha mãe lia para eu e meu irmão até que adormecêssemos. A entonação que ela usava em determinados momento dramáticos ou de suspense fazia que a história ficasse cada vez mais emocionante. Depois que cresci aprendi a ler, eu mesma pude fazer isso para meus filhos e posso dizer que foi inesquecível, pois lembrar o prazer que eu sentia ao ouvir as histórias faz com que eu tenha prazer de ler em voz alta. Hoje, leio para meu alunos com o mesmo sabor e eles se dizem encantando, e que viajam no mundo da imaginação.

  


Embora eu, hoje, goste muito de ler confesso que nem sempre fui assim. Sou uma pessoas muito ativa e de difícil concentração, tudo me dispersa a atenção. Sempre gostei de livros, tenho verdadeira paixão por livros novos, acredito que pela dificuldade que tínhamos de ter livros. Mas quando eu era pequena e pegava um livro para ler me sentia extremamente interessada, que passava rapidamente com as primeiras folhas. O que no começo era uma aventura se tornava um tormento depois. Liamos sempre com prazos e livros indicados pelos professores, nunca achei isso um problema é bom ter sugestões, no entanto nunca conseguia terminar à tempo da prova ou seminário, era torturante. As leituras que eu conseguia terminar eram sempre boas. Isso durou muito tempo, eu não tinha constância em qualquer atividade escolar, do mesmo modo que me encantava, me desinteressava, gostava mesmo era da novidade. Li nesta época livros que recordo até hoje tais como: " O caso da borboleta Atíria , "O menino do dedo verde", " Pequeno príncipe", "Musica ao longe", livros cheios de encantamentos e magia.     
                                                                 


 Quando entrei na faculdade comecei a frequentar a biblioteca e fiquei fascinada com a quantidade de livros que vi, então comecei, modestamente, a ler, até que, em uma ocasião, tive o grato prazer, de pegar para ler o livro de Sidney Sheldon "O outro lado da meia-noite", comecei a ler no ônibus e quando cheguei em casa deitei-me e continuei lendo. Só parei quando terminei, e já era dia. Passei à noite toda lendo sem perceber. Depois disso, li todos os livros dele que já tinham sido publicados e todos os que foram depois.  



Hoje, não consigo ficar sem ler. Leio qualquer coisa e em qualquer lugar, minha bolsa é muito pesada porque sempre tenho livros dentro dela para os momentos em que estou fora de casa ou da escola.

Contagiando a comunidade com a leitura de poesias




          Olá amigas do blog, vou dividir com vocês  uma recente experiência com a leitura que foi maravilhosa e muito produtiva com a comunidade.
            No sábado dia 25/05, aconteceu na escola E.E. 9 de Julho um evento nomeado: “Um Dia na Escola do Meu Filho”, iniciei um projeto com o nome de “Roda Livro Roda” no qual soltei, juntamente com os alunos e o público presentes no pátio da escola, balões com poesias  para cair nos diversos  bairros da cidade.
              Durante as atividades, incrementamos o projeto com os professores indo ao pátio com sombrinhas abertas  e com muitas poesias penduradas escritas pelos alunos e professores e foram entregues para todos   (foi um sucesso) essa parte foi chamada de chuva de poesia.
          Tudo isso com o objetivo de incentivo à leitura. Sucesso total, os pais e os demais participantes ficaram muito felizes.
             A atividade denominada de “Chuva de Poesia” será  realizada mensalmente no intervalo de recreio da escola, para as poesias serem lidas na aula seguinte ao recreio.
         O projeto "Roda Livro Roda" terá uma abrangência maior, o  motivo do nome do projeto é que estarei colocando, juntamente com os alunos, nos lugares públicos da cidade (rodoviária, postos médicos,dentro dos ônibus etc.), livros  doados  pelos alunos, professores e toda equipe escolar. Nele informaremos as  pessoas sobre o funcionamento  do  referido projeto e  também colocaremos cartazes com os dizeres:“Lugar de livros é sendo lido pelo leitor, e não parado  no armário juntando poeira”. 
           O projeto não termina, é dinâmico e os livros serão recolocados bimestralmente com o apoio do grêmio  estudantil da escola.Tenho certeza que tudo correrá bem, pois estou recebendo ajuda e apoio de todos na escola e até fora dela. O que vocês acham ,amigas? Se tiverem alguma ideia para colaborar, agradecerei  as  sugestões.


Obrigada, e um abraço a todos!




Caso desejarem saber mais sobre o evento  visitem nosso endereço  na rede social: http://www.facebook.com/EscolaEstadual9DeJulhoTaquaritingaSp?fref=ts

terça-feira, 4 de junho de 2013

Gostaria de compartilhar este vídeo com vocês.



Ler é tudo de bom

Meu pai era semi-analfabeto, porém era um ótimo contador de "causos"; quando não tínhamos televisão , nossa diversão familiar era ouvir as histórias que meu pai contava e era muito bom, com a televisão acabou a nossa graça, pois não podíamos nem conversar na hora das novelas. Sempre gostei muito de ler, mas a situação não era nada fácil e naquele tempo tínhamos que comprar os livros didáticos e quando comprava os livros no início do ano , o de português era o preferido, já lia todos os textos que havia no livro.Diferente dos meus coleguinhas, adorava quando os professores obrigavam-nos a ler livros para fazer provas: Coração de onça, A moreninha, Escaravelho do diabo entre outros. Quando eu estava na 7ª série, fiz amizade com uma garota que trabalhava numa loja de revistas e livros; depois da 16 horas, o patrão dela saia da banca e eu com uma outra amiga íamos lá, todos os dias para ler, líamos revistas, livros, fotonovelas, gibis, tudo que tínhamos direito (ou não), até a hora do "velho"chegar, então disfarçávamos e íamos embora, esperando ansiosamente chegar a tarde do outro dia . Infelizmente minha coleguinha foi despedida, mas eu juro que não tive culpa.

Alegria expressa no olhar

     Meu primeiro contato com a leitura foi inesquecível! Em meados da primeira série, quando estava semialfabetizada, utilizávamos a cartilha "Caminho Suave" que utilizava de um método tradicional de alfabetização, onde concluíamos nossa leitura através das ilustrações. Quando percebi que comecei a ler frases com seu sentido completo, fiquei muito feliz, pois estava começando a me inserir no mundo leitor. Foi a partir de então, que um dia cheguei em casa e li um pequeno texto para meus pais, foi indescritível a alegria que vi em seus olhos.
    Outra lembrança, foi a leitura do meu primeiro romance, na quinta série (atualmente sexto ano), indicado pela professora de português "A ilha perdida" da coleção Vaga-lume (que ainda hoje indico para meus alunos). Gostei tanto, que acabei lendo toda a coleção.
    E hoje, como professora de Língua Portuguesa e responsável pela sala de leitura, fico contente quando indico aos alunos alguns livros para leitura, e esses contam o quanto gostaram da minha sugestão e indicam para os colegas contando uma parte da história.
     Estas foram minhas primeiras experiências com a leitura.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

"A leitura estimula a imaginação...."

     Lembro do meu tempo de criança, onde minha mãe me comprava e contava histórias. Noites em que sem a sua presença nos contos o sono não chegava.
     Na escola, muitos livros que faziam com que viajasse na leitura: A Montanha Encantada, A Ilha Perdida,Tonico e principalmente, Pollyana.
     Na escola, tive professoras excelentes, que incentivavam a leitura. No meio desse percurso um "trauma".Escutei de uma professora que não sabia escrever, minhas redações eram horríveis, como dizia. O tempo passou, no antigo ginásio professoras como D. Ivonilde e D. Vitória fizeram em que voltasse a acreditar na minha capacidade.....escrever. Venci essa barreira.
     Logo após, indo para o antigo colegial......aula de Literatura com a professora Valquíria. Fantástica! Explicava detalhadamente, lia, contava e fazia com que nós  viajássemos na leitura.
     Três anos depois, Faculdade.......Professoras de Literatura como Ana e Maria Helena, deixando lembranças.
      Hoje como referência na leitura para mim, é a frase de Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."

domingo, 2 de junho de 2013

A paixão pela leitura nasceu na escola.
Quando penso em como ou quando me apaixonei pela leitura, trago a imagem da minha professora de Português de quinta a oitava séries, Rose Morales, em mente.
Ela aproveitava algumas aulas de sexta-feira, quando todos estavam cansados e lia pra gente. O primeiro livro que ela leu foi A Ilha Perdida de Maria José Dupré.
Quando consegui comprar meu primeiro livro eu o li com tantas expectativas e curiosidades que a minha mãe chegou a se preocupar com o fascínio que a história me causava. Desde então, tomei gosto pelas histórias. Na oitava série já havia lido todos os clássicos como O Ateneu, A Mão e a Luva, O Cortiço, entre outros.
Na faculdade, as aulas de Literatura Portuguesa me encantavam. Ser apresentada ao genial Fernando Pessoa, por um magnífico conhecedor da arte literária, como é a Professora Ana, foi sem dúvida um marco na minha vida.
Reforçada pela entusiasmada aula de Literatura Brasileira da Professora Maria Helena a minha decisão de ser Professor estava tomada. Hoje ,assim como Danuza Leão,também leio tudo que tenho em mãos. Agradeço a escola pela inserção da leitura em minha vida, como professor busco despertar em meus alunos esta mesma paixão.